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sábado, 12 de maio de 2012

Cultura e identidade Sãotomense

 Hoje fui a uma praia que me foi recomendada por um pescador. "Tem muito peixe", disse ele. "Vais gostar", disse ele. Bem, se fui à praia certa, então era uma bela porcaria. Havia lixo a flutuar e o fundo era um recente amontoado de blocos de pedra por isso não havia nada para ver. Um Taiwanês que por lá passou disse-me que a praia dantes era tão famosa que se pagava para entrar só que ela ficou naquele lindo estado porque as pessoas  andam a roubar areia para construção. Ao ver a erosão e o coral todo exposto depressa percebi o que ele queria dizer. Como entretanto começou a chover e queria postar alguma coisa hoje, acho que está na altura de escrever um post que já foi pensado há muito:

Pequenas particularidades da cultura Sãotomense que acho fascinantes:

  • As pessoas não entram simplesmente na casa de alguém e batem à porta. Em vez disso batem palmas do lado de fora e gritam pelo nome da pessoa com quem querem falar. A pessoa pode estar em casa mas se não as ouvir, elas vão-se embora.
  • A moeda mais pequena que existe é de 500 dobras mas por vezes aparecem preços que terminam em 200, 250, 251... e agora como é que se dá o troco? Arredonda-se e dá-se uma pastilha elástica ao comprador. As Gorila de mentol costumam ser muito usadas.
  • As pessoas não se despedem ao telemóvel. A conversa termina quase sempre inesperadamente com um "ya". Suspeito que seja uma forma consensual de fazer com que a pessoa que telefonou não gaste mais dinheiro.
  • Não é possível sair da capital de São Tomé e Príncipe sem ouvir crianças gritarem isto: "Doce! Doce! Doce!" Ou a outra variedade: "Branco! Doce! Doce!". Pergunto-me se alguma daquelas crianças alguma vez recebeu um doce desta forma e estudando a cara delas concluo que algumas dizem-no da mesma forma que podiam dizer "Olá!" ou "Bem-vindo!"
  • Nas zonas mais longe da cidade, se um adulto (ou alguém mais velho) estiver a passar e vir uma criança com um cesto de fruta (ou qualquer outra coisa barata e em número elevado) pode simplesmente pedir, tirar e levar. "Dá isso para mim."
  • Falo por experiência própria: Não é possível parar o carro à noite à beira da estrada sem que completos estranhos parem também eles o carro e venham perguntar se precisamos de ajuda. Na verdade muitas vezes nem perguntam e saem logo do carro, prontos para resolver qualquer problema.
  • Alguns homens mas especialmente as mulheres, conseguem capinar o mato que cresce na beira da estrada inclinando-se para a frente num ângulo que destruiria quaisquer costas que eu conheço. Juro que não compreendo como conseguem fazer aquilo por mais do que um minuto.
  • Toda a gente na cidade e alguns fora dela tratam brancos por "amigo". "O amigo não qué comprá jaca?".
  • As pessoas têm uma espécie de aversão a mato e plantas que possam servir de esconderijo a bichos, por mais inofensivos que eles possam ser. Este medo faz com que imensa gente (mulheres quase sempre) passem boa parte do seu dia a varrer a poeira em frente da casa. Nem folhas secas são permitidas.
  • Pode não se ter dinheiro para comprar comida mais cara mas certamente que se arranja forma de se ter algum aparelho a tocar música - isto é uma das coisas mais importantes na cultura Sãotomense e está presente quase sempre. 
  • Mais do que em qualquer outro lado onde já estive, os Sãotomenses queixam-se de falta de apoio da câmara, do governo, de países estrangeiros, do mundo inteiro. Esta falta de apoio é frequentemente usada como desculpa para não se fazer o que podia ter sido feito há muito tempo e pode reflectir-se em coisas tão simples como mandar um "call me" a alguém para lhe perguntar algo que é apenas do interesse de quem o mandou.
 E claro que quanto mais frases escrevo, mais sinto que me estou a esquecer de um Mundo merecedor de toda a atenção. Mas acho que isto já é uma boa introdução, depois tentarei completar a lista.

A praça de táxis a meio do dia é um local tão caótico que nem uma ambulância conseguiria passar.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Bemposta

A senhora Basilia pede-me sempre coisas mas até hoje tenho-me
 conseguido escapar com umas graçolas.
 "Não tenho arroz mas venho carregado de boa disposição." Disse-lhe
 eu. Sempre que a senhora se ri, eu sinto que já ganhei o dia.
 O regresso às dez comunidades começou hoje com a visita à Bemposta. Estava um tempo terrível, com chuva e frio como eu já me tinha esquecido mas isso só fez as pessoas estarem mais unidas e acolhedoras.
 Visitar uma comunidade é algo que eu recomendo vivamente mas é preciso ter atenção a um facto muito importante: Entrar numa comunidade em São Tomé é o mesmo que entrar directamente na sala quando uma família muito grande está presente. Deve ser feito com respeito e consideração.
 Felizmente que como já fiz isto umas quantas vezes já me habituei a todos os olhares que gritam "quem é o branco...?" mas lembro-me perfeitamente que da primeira vez só sentia que não era bem vindo e que me devia era ir embora e depressa!
 Acho que as regras de conduta são as mesmas que em qualquer lugar. Sejam bem-educados, falem abertamente com a primeira pessoa que virem à frente, nem que seja apenas para cumprimentar. Mandem abaixo aquela barreira desconfortável com um sonoro "Olá, tudo fixe?" e um grande sorriso e pronto, é tudo o que é preciso para serem bem recebidos em qualquer lado.

Zu, a mulher do Nity, um dos assistentes do projecto. Está à porta da cozinha e ao lado está o galinheiro.
  As comunidades em São Tomé oferecem algo que sinto que se está a perder completamente no nosso mundo. Não é uma coisa palpável certamente, nem sequer uma experiência excitante. É algo extremamente simples e profundo. Uma espécie de sensação de pertença que só senti no Egipto mas para isso tive que lá viver quatro meses. Basta sentar-nos ao lado de alguém, com o rabo no cimento sujo e molhado que isto a que me refiro começará a surgir aos poucos - mas é preciso estarem bem atentos... Se só virem sujidade e "miséria" isto de que estou a falar vai passar-vos completamente ao lado... Eles brincam uns com os outros, gozam, provocam-se, conhecem-se tão bem como irmãos... e muitos são mesmo família... acho que a coisa a que me refiro é a facilidade de aceitar um estranho no seu meio. Acho que é isso que verdadeiramente distingue estas pessoas.

Calacha Vs Jiló
 Eu venho carregado de boa disposição mas também trago um tabuleiro de xadrez! Desde a segunda volta às comunidades que tenho dedicado boa parte do meu tempo a ensinar toda a gente (especialmente os mais novos) a jogar xadrez. Faço isto porque acredito que é a melhor forma de evitar que os miúdos queimem o seu tempo a caçar os vizinhos passaritos ao mesmo tempo que os ajuda a puxarem pela cabeça e a formarem planos.




 Não venham a São Tomé sem visitar umas quantas comunidades e quando as visitarem, saiam do carro e falem com as pessoas. Sentem-se um pouco no chão, aceitem um pouco de vinho de palma, sem pressa, leve-leve, sintam o que vos rodeia que prometo que vão aprender alguma coisa e no final vão-se sentir realmente bem com a vossa decisão.


domingo, 29 de abril de 2012

Submerso na Praia Santana

 Todos os Domingos são parecidos. É como o final de umas férias demasiado curtas. "Devia ter feito mais." penso, há medida que o tempo vai passando. Olho pela janela, enquanto imagino o que podia estar a fazer. Esta ansiedade aumentou até ao ponto em que disse para mim mesmo: "Tenho que sair de casa se não rebento...!"  e como isso não traria nada de bom, agarrei no carro e fui fazer um favor a mim próprio e fui até à Praia do Clube Santana.


 A praia até é bem bonita mas tem uma coisa que me faz bastante comichão. Parece existir uma espécie de barreira invisível que separa as pessoas que vivem na localidade das que estão alojadas no hotel Santana. Não há misturas.
 Mas eu não conduzi todo o caminho para estar a apreciar as vistas. Havia diversão à minha espera debaixo de água.


Nem tinha avançado uns cem metros quando me deparo com esta festa! Imensos peixes que ora eram arrastados ao sabor das ondas, ora desciam de repente ao fundo para depenicar as algas em conjunto.


Vale a pena perder tempo a admirar as cores dos ouriços. Ainda não percebi se é apenas ilusão mas parecem autênticos néons azuis.
Furar o cardume. Eles não se importam e eu gosto tanto que podia fazer isso o dia inteiro.

 Já no regresso encontrei este pequenote. Sempre que vejo um Bubu (nome local) tenho que ir lá a baixo chateá-lo. É pouco profissional, eu sei, mas não consigo evitar.




 Quando cheguei a casa segui todo o protocolo que precede a passagem das fotografias para o computador mas a minha menina não ligou mais... espero que amanhã esteja melhor mas não tenho muitas esperanças... seria uma pena se estas fossem as primeiras e ultimas filmagens que mostro...

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Corte de cabelo São Tomé style


 Hoje acabámos por não ir para o campo por isso o dia transformou-se num longo peddy-paper pela cidade. As tarefas eram tão variadas como encontrar um isqueiro (muito mais difícil do que parece!) ou ir pôr os recibos ao correio e no final a lista dizia que era dia de cortar o cabelo por isso assim fiz.







 O sítio escolhido foi este fantástico contentor na Avenida Água Grande. No interior já haviam duas pessoas a cortar o cabelo e umas quantas sentadas mas eles lá me arranjaram lugar nas traseiras (como se fosse muito grande!). 

 Lá dentro estava calor mas como as ventoinhas estavam ligadas nem se notava muito. Em cima das várias bancadas estava tanta tralha que era incrível eles conseguirem encontrar o que precisavam. Ainda assim, no meio daquilo tudo não consegui ver uma tesoura, só máquinas de cortar cabelo penduradas.

 - Pode ser corte com máquina? Pente quatro? - Perguntei, e o rapaz disse que sim e foi pedir ao companheiro a pecinha de plástico que lhe faltava.
  
 Passei mais tempo a tentar descobrir as diferenças entre os cortes de cabelo do poster do que a supervisionar o trabalho do rapaz mas no final até ficou bem. Aí perguntei-lhe quanto era e ele disse 50000 com um sorriso na cara. Eu disse que da ultima vez foi 30000 e ele baixou para 40000 mas eu continuei sisudo e consegui pagar só 30000 o que convertido dá pouco mais de 1€. Quando precisarem já sabem onde cortar o cabelo!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Ruínas Portuguesas

Trás os montes, ao pé de Nova Ceilão
 Por vezes caminhamos perdidos pela floresta, viramos ali na primeira à esquerda, deslizamos por uma encosta escorregadia agarrados às trepadeiras, furamos pelo mato a dentro, fazemos a curva depois da figueira e sem aviso, no meio do nada, deparamos-nos com estas coisas! A floresta de São Tomé está cheia de relíquias do "tempo dos Portugueses".














Vale do Rio Contador





 Tão magnificas como despropositadas, penso que agora servem apenas para nos relembrar que as estruturas que damos por garantidas estão na verdade sujeitas a uma série de factores naturais e que basta pararmos de as reparar que depressa são convertidas nos seus componentes mais simples e lançadas de volta à terra de onde vieram.


Caminho que parte de Dona Augusta
 Gosto de imaginar que quem projectou estas estruturas nem adivinhava que anos depois estariam a cair aos bocados, engolidas pela floresta envolvente.  



O que resta de uma fonte. Pouco depois de passar Ribeira Afonso
  De longe as relíquias que mais gosto são aquelas que estão no meio  das casas das pessoas. Apesar de as verem todos os dias, muitas vezes  nem sabem o que é que foram e isso faz-me dar asas à imaginação e pensar naqueles cenários de ficção cientifica em que seres humanos começaram a colonizar um planeta deserto mas que ainda possui fragmentos escondidos da tecnologia dos seus anteriores habitantes... mas talvez seja só eu.








Não sei ao certo onde foi tirada mas julgo
ser para os lados de Novo Destino



 No final do dia a floresta não se importa com o que nós lá pusemos e basta virarmos costas por uns instantes que ela depressa nos relembra de quem é a terra que pisamos. Eu diria que é para todos e não é de ninguém.

sábado, 7 de abril de 2012

Subida até à Lagoa Amélia

 Finalmente consegui acompanhar a equipa de taxonomistas norte-americanos numa curta saída de campo. O objectivo inicial era espalhar a mensagem que eles precisam de encontrar um sapo em particular na zona de Monte Café por isso servi de tradutor e, com a ajuda do Gabriel, (local e assistente do projecto dos pombos) converti a necessidade deles em acção. Imagino que nos próximos dias as criancinhas de Nova Moka redescobrirão a maioria dos charcos e poças da zona.

O interior cavernoso de uma figueira estranguladora. Estas maravilhas basicamente germinam no topo de outra árvore e crescem até cobrirem a hospedeira na totalidade, acabando por matá-la.


Hipposideros ruber
 Partindo do Jardim Botânico no Bom Sucesso (fica para outro post) em direcção à Lagoa Amélia encontrámos os imperdíveis fanaliche (morcegos) que se passeiam entre nós e muita da passarada endémica da ilha. É bastante fácil ouvir Papafigo e ver Zéguê e Tcholó.

 À medida que o grupo ia subindo e suando, escorregando e rindo, o Brian ia revirando troncos em busca da famosa cobra bobô, uma cecília endémica de São Tomé que apesar do nome, é um anfíbio completamente inofensivo.  Mas ao fim de umas quantas tentativas, o que  acabámos por encontrar foi esta fantástica minhoca gigante! A sério, a coisa quando começou a fugir tinha à vontade o comprimento da minha mão! 

Viscoso mas gostoso
Cobra bobô - Schistometopum thomense





Ai ai, que fantástico exemplo de evolução convergente - por serem sujeitos a pressões evolutivas semelhantes, bixos com passados evolutivos distintos adquirem formas semelhantes.

Caminho em direcção à Lagoa Amélia
Begónia gigante, a maior do mundo e ainda por cima um
 endemismo São-tomense









Cratera da Lagoa Amélia vista dos bancos

  Até que finalmente chegámos até à Lagoa Amélia (uma antiga cratera vulcânica completamente coberta de vegetação). Existe um caminho até lá a baixo que podem tomar. Vá lá, se já subiram isto tudo bem que podem continuar e ver a "lagoa" mais de perto! Mas atenção, quando lá chegarem tenham cuidado com os pés porque apesar das aparências, ela ainda é funda. Não queiram acabar como a Amélia...





Cratera da lagoa Amélia


E para terminar em beleza, uma feliz Páscoa para todos!






domingo, 1 de abril de 2012

Descendo a costa em direcção ao Sul

 O Sul do país é um local extremamente bonito tanto pela paisagem como pelas suas praias e como já fiz umas quantas passeatas, deixo aqui umas sugestões do que se pode ver.

Hospital da Roça de Água Izé.
Virando à direita para a Roça Água Izé e subindo todo o caminho até ao topo encontra-se este magnífico hospital que agora está ocupado por pessoas da roça. Este é o hospital novo e o antigo está mais atrás (seguindo um caminho à direita) mas sinceramente achei este bem mais bonito.

Vista de dentro de uma das salas do hospital.
 Compreendo perfeitamente que haverão aqueles a quem isto não atrai minimamente mas eu adoro este tipo de cenários onde a natureza tomou posse da obra do Homem.

Imediatamente depois de sair da Roça está a Boca do Inferno.
Boca do Inferno.
Com alguma paciência e técnica dá para tirar umas fotografias bem porreiras com a água arrastada. Cuidado é para não levar banho como eu levei! Se não quiserem fotografar, o sítio também é bem jeitoso simplesmente para tirar as sandálias e descansar um pouco com os pés dentro de uma poça que lá há.






 A estrada continua e as praias vão se seguindo. Se quiserem podem fazer uma paragem para esticar os pés na Praia das Sete Ondas que, tanto quanto sei, é o único sítio na ilha onde se podem encontrar umas "conchas" fantásticas que são na verdade o que sobra de um tipo de ouriço extremamente abolachado!


Continuando o caminho e passando São João dos Angolares, eventualmente chega-se à EMOLV onde existe um autêntico mar de palmeiras plantado à custa da floresta para produzir óleo de palma. É aí que se pode ver esta fantástica vista:
O Pico do cão grande é uma visão extremamente
potente mesmo quando o seu cume está encoberto. 

 Ele vê-se facilmente ao longe mas aconselho a esperarem para o fotografar quando passarem uma ponte pequenina sobre o rio que está na fotografia. Sem sair da estrada este será o ponto mais próximo e na minha opinião, com uma melhor composição.


Piscina natural.
 Continuando em frente vai-se passar ao lado de umas quantas comunidades amorosas (e completamente dignas de visita - serão certamente mencionadas noutro post) e também por uma ou outra surpresa como é o caso desta fantástica piscina natural que está do lado esquerdo mesmo antes de chegar à comunidade de Ponta Baleia. Diria que a forma mais fácil de a encontrar é mesmo ter a janela aberta e avançar com ouvido atento porque o rio e as cascatas que se seguem ouvem-se bastante bem! A piscina propriamente dia é fantástica e no centro é funda o suficiente para se mergulhar de cabeça

Mais em frente, junto a Malanza, pode-se fazer um passeio de canoa que é organizado por uma ONG local , a MARAPA. O custo são 10€ por pessoa pagos no fim do passeio que dura cerca de uma hora. Para organizar o melhor é visitar a loja que existe na cidade. 

O passeio é muito bonito com todas as margens revestidas com mangal, um tipo de árvore com longas raízes aéreas que por vezes até partem dos ramos mais altos e viajam todo o caminho até à água. Se o percurso for feito da parte da manhã ou ao final do dia até se podem ver macacos.


 Continuando o percurso eventualmente chega-se a Porto Alegre que será a ultima paragem caso se queira comprar comida. O único sítio onde comi foi na recepção do Praia Jalé Ecolodge, que é basicamente um quiosque com uma sala onde as pessoas da casa fazem comida sob encomenda. Ainda assim, a comida era muito boa e o abacaxi simplesmente épico...

Praia piscina
 Se chegaram até aqui é provavelmente porque têm um todo-o-terreno por isso continuar não será problema. Seguindo em frente e dando a volta a Porto Alegre chega-se a um caminho que virando à esquerda no sítio certo, levará até à fantástica praia piscina.







Mais praia piscina

Ainda mais praia piscina
 O sítio é verdadeiramente paradisíaco e muito raramente tem gente. Dentro de água também é espectacular (embora a corrente possa ser forte) com todos os rochedos que partem das profundezas, todos os vales com areia branca no fundo e toda a vida marinha que neles vive. 








Se ainda não tiveram praia que chegue, podem regressar para o caminho principal e continuar em frente até chegarem à praia jalé, mas essa fica para depois...